sexta-feira, 21 de julho de 2017

Acontecidos

é mês que vem, é mês que vai e segue o barco ( o baile), a vida sem rumo aparente.
crazy!

meu cabelo já cresceu e se passo a chapa consigo fazer uma trança, o que me deixa muito feliz, uma vez que não naisci para ter cabelo curto.

forró é sempre bom, mas às vezes é triste também.
morar na Elis faz feliz, foda é a grana, né?

adquiri após muito ensaiar, o glamour secrets e ostento novamente esse cheiro maravilhoso por aí. quem conhece sabe.

sem querer passei meu telefone pra quem eu não devia.
e como a lei de murphy existe, como eu não quis contato
nego veio me contatar.
tá lá esperany até agora rs.

a bebida entra, a verdade sai.
difícil, mas a vida segue sempre.

eita lasquêra!
sexta-feira é sempre o prenúncio de mais um final de semana de descontrole.

se não me descontrolo na rua (não sou obrigada a passar frio),
quem nunca me viu no netflix não pode opinar.

a intensidade é tudo nessa vidinha.

é assim e acabou.

segue! adelante

quinta-feira, 13 de julho de 2017

My favourite dream

A year ago I started my first volunteer job in a magic place! My trip was in the middle, and I begun had security to talk, to discover and meet people. So firstly in a cold and rainly saturday I met Little Miracles, foundation that do suport to family and kids with disabilities and life limiting conditions. There are a big living room with thousand toys, room with sensory play with TV, DVD and big bubbles tube, and a big park out side. I went to work, but actually I me felt like a children! The Spinney centre was so nice and I had a certainly that I had found  my place in Peterborough.

In the begin was hard for me. I dont understood what the people sayed, you know, the british people are cold at the first moment, I was alone with lot of kids, oh my god, and now? But, I dont know what I did, but I did. During three months, Little Miracles was my favourite place. And then Im started talk a lot, did trips and activities, to draw, did cooked, did friends and learnt with kids. Really, I think that Little Miracles was my favourite work in my life.

There I met a friend from Canada, met a brazilian woman and her family, I started a work like nanny and cleaner, with my bike crossed the city, Thorpe Road, Long Thorpe, Bretton, finally I discovered my little city on my own.

When I came back to Brazil I started my project Babá Alternativa, like a diferent nanny, because I play and care the children and dont just work with normal nanny. And surprise! The people loved it! I met amazing kids, momys and dads, worked a lot like nanny and entertainer at kids party!

So, how can I explain my love with this organization? How can I explain my love with kids and my experiencie like volunter? This is a pretty part in my history at UK. I have much proud to did this.

Every day I did read the messages in Facebook group, I see kids pictures, follow the activities and always remember my moments there, like a dream. But, its not dream, cause my big draw at bedroom wall remember me: its all true!


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sinto uma dificuldade enorme em achar minha voz em inglês, é difícil e sinto a escrita infantil pra caceta, mas tô nem aí, e desculpa aí pelos erros gramaticais!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Elis (maravilhosa) Regina

Do interesse que surgiu na adolescência,
De Como Nossos Pais ao Bêbado e a Equilibrista
a obra todinha pra mim, com riqueza de detalhes
indo parar dentro do Beco das Garrafas (que dia!)
O signo, o gênio, a impulsividade,
Da infância, dos ônibus, das passagens, indo e vindo
quantas e quantas vezes passei por ali, Elis?
E agora a praça faz morada!

eu nem sei...

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A sociedade não está preparada para o choro. Por que será que um ato tão natural cause tanto espanto e curiosidade nas pessoas? Me sinto alienígena sempre que deixo umas lágrimas escaparem por aí...
Eu não seguro choro, nunca segurei, choro, assim como o riso, é natural, surge, acontece, e passa. Mas os olhares são tão invasivos que a minha vontade é perguntar o que tanto tá me olhando? O povo não é preparado pra sinceridade. Tem sempre que esconder o que tá sentindo, não pode deixar transparecer a tristeza, ora, por favor! Quando tenho vontade eu choro, não importa se no metrô, no ônibus, na rua, n faculdade, no hospital, na igreja, se eu pudesse dar uma diquinha seria: quando ver alguém chorando na rua não custa agir naturalmente. A menos que a pessoa esteja precisando de ajuda, ás vezes o que se quer nada mais é do que aliviar a angústia com seu fone de ouvido ali de boas. Tem que explicar isso em pleno 2017? Falta sensibilidade demais, coisa feia.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Rádio

meu melhor amigo nos últimos tempos.
bons locutores: muito necessário

Pensamento positivo

Pra aquietar mente inquieta e fantasiosa.
é necessário

Chocolate

Pra fé na vida voltar.
és necessário.