quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Pegar o touro pelo chifre

 Querido diário, tomei as duas doses da vacina, hoje começa o outono em Dublin, aquele genocida filho da puta ainda não caiu.

Voltamos.

É sempre bom lembrar que eu não posso me dar ao luxo de deixar a vida me levar pq primeiro odeio essa zorra toda de vida desorganizada, segundo que nada melhor do que uma boa meta pra alcançar, daquelas em que a gente se mata pra atingir, mas quando dá certo temos a deliciosa sensação de dever cumprido. Eu amo e tô me desdobrando pra bater a meta do ano e depois dobrar a meta, saudades Dilma <3

Faz um mês que eu terminei o trabalho com Santa Ceciler e Faria Limer e foi muito mais difícil do que eu imaginei. Depois de passar duas semanas em Westport com aqueles malucos eu voltei pra Dublinia com o coração cheio de saudade e boas memórias. Agora comecei um novo capítulo com uma garotinha muito fofa e boazinha, mas não quero me apegar pq depois quem sofre é a Minder pisciana. 

Eu invento umas coisas e saio colocando tudo em prática igual uma maluca, mas não é que as vezes o negócio da certo? 

Com a vida voltando ao normal eu decidi mais uma vez arregaçar as mangas só pra finalizar os projetos com chave de ouro, sabe pq? Às vezes temos que pegar o touro pelo chifre, sendo que no caso o touro sou eu mesma, então já imaginou a treta.

 Vou deixar tudo em ordem, limpo e organizado, voltar pro eixo, meter as caras usufruindo do poder da minha liberdade, ser livre é bom demais. 

É a raspa do tacho na Ilha Esmeralda e vai ser daquele jeito: naquele naipão.