falta maturidade pra não encanar com coisa pouca
falta prática em ser cordial com as pessoas
falta paciência pra entrar por um ouvido e sair pelo outro
falta inteligência pra não ser transparente demais
falta experiência pra não clicar em: mal, bad, triste, horror, horrível, ódio, loucura, mal
falta tanto ainda
e sobra intensidade no furacão Katrina
quinta-feira, 26 de março de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
desabafos
É quinta-feira pré Carnaval e meu coração parece explodir pq não há data no mundo que eu mais espere que não seja a Festa do Momo! não tô conseguindo me concentrar, nem trabalhar. Não haverá viagem mega especial, mas Carnaval é coisa séria e aonde quer que eu esteja faço de tudo pra ser melhor que todos!
mas...
..tem sempre um mas e parece que não podemos mesmo nos planejar pq num clique muda tudo.
e eu que me dediquei, fui sincera e verdadeira, fui gente boa, dei casa, colo e carinho recebi em troca algo que não esperava. Agora fica o gosto da decepção pra ser diluído.
sempre
sempre
sempre
isso
gostaria muito de entender porque as pessoas mentem. Pra mim a mentira é a pior coisa do mundo, pq vc faz uma pessoa acreditar numa coisa que sabe que não é verdade. não tenho vontade de ter contato, de falar, de nada, nada, nada. apenas desprezo e cuidado comigo pra não envergar de ódio no meu feriado mais amado.
amenizando estou (tentando)
mas...
..tem sempre um mas e parece que não podemos mesmo nos planejar pq num clique muda tudo.
e eu que me dediquei, fui sincera e verdadeira, fui gente boa, dei casa, colo e carinho recebi em troca algo que não esperava. Agora fica o gosto da decepção pra ser diluído.
sempre
sempre
sempre
isso
gostaria muito de entender porque as pessoas mentem. Pra mim a mentira é a pior coisa do mundo, pq vc faz uma pessoa acreditar numa coisa que sabe que não é verdade. não tenho vontade de ter contato, de falar, de nada, nada, nada. apenas desprezo e cuidado comigo pra não envergar de ódio no meu feriado mais amado.
amenizando estou (tentando)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Dias tristes
(...) Lembro de serem preparados em duas cozinhas simples, mas tinha sempre um ovinho mexido no café da manhã. Cada dia a receita era feita de um jeito diferente. Às vezes só temperos, outras com queijo misturado, ou só com cebola. Era um café da manhã humilde, mas desgustado com muito amor. Fossem dias de chuva, sol a pino ou em temperatura ambiente. Em prato de plástico eram servidos os ovos mexidos quentinhos. Que era uma forma de acolhida e sentir o coração do outro perto de mim. Antes do trabalho, da reunião, do passeio na praça, do banho no banheiro sem boxe. Agora na cozinha ampla e bonita não tem mais ovo. Não tem mais tempero, nem tomate de acompanhento. Não tem mais a companhia de outrora. Tem solidão, um ovo sem gosto e pra completar algumas lágrimas. Pra não esquecer que a vida também é feita de dias tristes. (...)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Não à previsibilidade
Não, não, não! Não sejamos previsíveis demais, desses facilmente decifráveis. assim fica tudo muito sem graça, sabe? Não dar bandeira é tão mais legal, cria um enigma, um misteriosinho ajuda. Mas não, em tempos de relacionamentos drive trhu tem que ser tudo muito rápido, prático, previsível e consequentemente sem graça! aaaaah aquelas pessoas autênticas, singulares, diferentes, como eu gosto de vocês! Há que procurar, cavar, fingir que não vi, não li, colocar meus óculos com efeito blur e fazer A Catarina monga.
Muito fácil, muito fácil, é só bater os olhos, descer a barra de rolagem e o diagnóstico sai pronto.
eu queria estar errada, sério.
mas sinceramente, eu sempre acerto!
vida previsível, uma chatice.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
sobre a roda gigante
foto: Ricko Marcelino
Minha ficha sobre a roda gigante da vida já caiu faz tempo, por isso eu aproveito e agradeço sempre que estou girando lá em cima e me esbaldo mesmo sem medo de ser feliz. eu gargalho a minha risada singular e invento gírias pra fazer os que estão ao meu redor sorrirem. eu vivo de alegrias, sou do bem, mas a vida roda e às vezes me encontro lá embaixo. daí eu me calo e faço do silêncio um parceiro, um parceiro conhecido, mas não íntimo. E essa nathália calada-monga além de não ser quem sou ainda faz com que meus chegados fiquem preocupados, é passageiro todos sabem, mas calar faz bem e mais do que isso faz aprender. eu também já sei que a vida é um misto de choro e riso, que há gente sensacional e mesquinha, inteligente e burra, foda e pequena, eu sei, já sei, e sei também que existe algo chamado injustiça e geralmente quem as comete é porque usa de poder ou artifícios pouco louváveis. Mas a vida é assim, o mundo é assim etc e tal. E se tratando do mercado de trabalho somos números.
Só que ser pega de surpresa e além disso injustiçada me abala, mas não me conforma. Aos 9 anos minha mãe chegava brava da reunião da escola porque a professora lhe dizia que eu era respondona."Ela é autoridade e tem sempre razão, filha". Aos 14 minha professora de ciências chamava atenção alegando que eu era "topetuda" porque respondia sem titubear. Aos 19 entrei na faculdade da profissão por qual sempre fui apaixonada e abençoada conheci professores que não me ensinaram a abaixar a cabeça. Questione prossionalmente, ouvi do Júlio, Meg, Renato Ramos, Marli, Heron, Heidy. "Vocês têm que pensar e perceber o que o mercado de trabalho quer de vocês, mas mais do que isso como vão entregar a informação, porque vocês são os formadores de opinião". Pois é. Opinião. Eu nunca tive medo de demonstrar as minhas, desde lá trás aos 9 anos de idade. Ao me tornar jornalista achei que ser uma mente pensante era mais importante do que um carneirinho ordenado seguindo o que lhe mandam sem questionar ou opinar sobre.
E aí que eu segui meu caminho unindo opiniões, questionamentos, pedidos, ideias. Testei funções dentro da área, curti umas, amei outras, tudo normal e sempre com o profissionalismo e ética. Quando finalmente achei uma redação pra chamar de minha, redatores lindos e colegas de trabalho que surgiram como presente, cataploft! levei uma rasteira, bati com a cabeça no chão, acordei num dia ensolarado de novembro sem entender muito bem o que tinha acontecido. Opnião. Personalidade. Profissionalismo. Não vou bancar a vítima porque jamais me enquadrei nesse papel, mas doeu muito. Doeu a injustiça de ser cortada porque tenho opinião e raciocínio. Doeu porque em um mês ruiu o que construí com alma e coração e muito suor. muitas madrugadas pulando 5h30 da cama. Ainda dói, mas dei sorte de nascer com ótima cicatrização.
Como diria minha musa Hebe "quanta alegria de viver", além do signo nos parecemos também nesse quesito: eu também tenho essa alegria. A vida é bela sempre e eu vou fazer essa roda girar, sem perder minha personalidade, já que o sangue que corre aqui é O+ e não de barata.
Nara Leão já havia setenciado:
"Podem me prender, podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião"
Minha ficha sobre a roda gigante da vida já caiu faz tempo, por isso eu aproveito e agradeço sempre que estou girando lá em cima e me esbaldo mesmo sem medo de ser feliz. eu gargalho a minha risada singular e invento gírias pra fazer os que estão ao meu redor sorrirem. eu vivo de alegrias, sou do bem, mas a vida roda e às vezes me encontro lá embaixo. daí eu me calo e faço do silêncio um parceiro, um parceiro conhecido, mas não íntimo. E essa nathália calada-monga além de não ser quem sou ainda faz com que meus chegados fiquem preocupados, é passageiro todos sabem, mas calar faz bem e mais do que isso faz aprender. eu também já sei que a vida é um misto de choro e riso, que há gente sensacional e mesquinha, inteligente e burra, foda e pequena, eu sei, já sei, e sei também que existe algo chamado injustiça e geralmente quem as comete é porque usa de poder ou artifícios pouco louváveis. Mas a vida é assim, o mundo é assim etc e tal. E se tratando do mercado de trabalho somos números.
Só que ser pega de surpresa e além disso injustiçada me abala, mas não me conforma. Aos 9 anos minha mãe chegava brava da reunião da escola porque a professora lhe dizia que eu era respondona."Ela é autoridade e tem sempre razão, filha". Aos 14 minha professora de ciências chamava atenção alegando que eu era "topetuda" porque respondia sem titubear. Aos 19 entrei na faculdade da profissão por qual sempre fui apaixonada e abençoada conheci professores que não me ensinaram a abaixar a cabeça. Questione prossionalmente, ouvi do Júlio, Meg, Renato Ramos, Marli, Heron, Heidy. "Vocês têm que pensar e perceber o que o mercado de trabalho quer de vocês, mas mais do que isso como vão entregar a informação, porque vocês são os formadores de opinião". Pois é. Opinião. Eu nunca tive medo de demonstrar as minhas, desde lá trás aos 9 anos de idade. Ao me tornar jornalista achei que ser uma mente pensante era mais importante do que um carneirinho ordenado seguindo o que lhe mandam sem questionar ou opinar sobre.
E aí que eu segui meu caminho unindo opiniões, questionamentos, pedidos, ideias. Testei funções dentro da área, curti umas, amei outras, tudo normal e sempre com o profissionalismo e ética. Quando finalmente achei uma redação pra chamar de minha, redatores lindos e colegas de trabalho que surgiram como presente, cataploft! levei uma rasteira, bati com a cabeça no chão, acordei num dia ensolarado de novembro sem entender muito bem o que tinha acontecido. Opnião. Personalidade. Profissionalismo. Não vou bancar a vítima porque jamais me enquadrei nesse papel, mas doeu muito. Doeu a injustiça de ser cortada porque tenho opinião e raciocínio. Doeu porque em um mês ruiu o que construí com alma e coração e muito suor. muitas madrugadas pulando 5h30 da cama. Ainda dói, mas dei sorte de nascer com ótima cicatrização.
Como diria minha musa Hebe "quanta alegria de viver", além do signo nos parecemos também nesse quesito: eu também tenho essa alegria. A vida é bela sempre e eu vou fazer essa roda girar, sem perder minha personalidade, já que o sangue que corre aqui é O+ e não de barata.
Nara Leão já havia setenciado:
"Podem me prender, podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião"
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Constatações:
Mas daí cruzo com um barbado sujo, tatuado, sem era nem beira, e meu coração dispara. Continuo rebeldinha, constatei feliz.
E se um coxinha por mais lindo que ele seja ficar com graça eu chuto a canela. Jamais me acoxinharei, tá constatado.
É possível achar caras legais, bem legais, radar ligado! Mas há um destino no meio etc e a vida segue... constatação mais clichê do mundo.
Meu trabalho me enlouquece, me exaure, me dar dor de cabeça e muita alegria! Certeza absoluta que meu lugar é bem no meio duma redação. Com televisões, caixas de som e mil pessoas falando ao mesmo tempo. Sei me concentrar, a vida é bela na redação, não há dúvidas.
O rádio é um veículo de comunicação apaixonante, assim como dona televisão! Descobrir novas paixões é constatar que nossas certezas não são são absolutas.
Me tornei uma pessoa diurna. Tenho dado preferência para atividades matinais e aprendi a dormir às 22h30. Agora me considero uma ex coruja.
Quando acho que a vida corre sem maiores problemas cai uma bomba no meio. Deus adora um desafio, esse picareta!
Certos gostos são passageiros, outros vêm para ficar. Adoro criança;
Quero ser mãe logo;
Minha classe da Faculdade era uma merda, de 50 pessoas tiro sei lá, 5 pra vida.Mas Facebook ta aí pra isso e apesar de não ser íntima, eita povo que faz filho bonito! Os bebês são lindos e eu curto mermo e ando apegada com filho de amigos (viu Michelle).
O Natal ainda me deprime.
Ter paz numa casa é fundamental pra vida! Sete meses que voei da casa de Margá e só tenho boas notícias.
Tempo quente faz tão feliz, mas tão, que não tenho mais sono à tarde. Feliz da Silva desato a fazer milhões de coisas e ver o entardecer da linda janela do meu quarto. Vem verão!
Dançar sozinha é das melhores coisas da vida! Dançar, dançar e depois dar um gole numa cerveja gelada. Renovador e capaz de tirar todo o estresse da semana. Há que dançar sempre!
Eu defendo os meus!
Sei bem quem eles são!
Ajudo e tô do lado, mas se pisar na bola, Catarina sai de cena.
Maior constatação: a vida é bela sempre, hoje, ontem e amanhã.
Sempre haverá Nara Leão, Chico Buarque, Gonzagão e Ederaldo Gentil.
Amo Dilma Vana Rousseff.
domingo, 12 de outubro de 2014
Eu e os quadrigêmeos
Sim, quatro bebês duma só vez sendo dois meninos and duas meninas, veja se eu posso com isso. Eu tava desesperada, mas muito feliz arrumando meus quatros babys num carrinho que existe só em sonho e acomodava todos os quatros enfileiradinhos bem bonitinhos, quentinhos.
Como era sonho e em sonho tudo pode e tudo é mucho loco, eu precisava deixá-los e ir cumprir o plantão. Só que um dos bebês, um menininho, ficava gorfando e eu não conseguia partir. Tudo bem louco mesmo. Mas eles eram tão quentinhos que olha, morri viu. e muito cheirosos tbm.
Acordei e ainda meio que dormindo raciocinei que se ter um filho já é trabalhoso demais, imagine quatro! mas ter um filho deve ser tão maravilhoso <3 div="" nbsp="">
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deve ser porque tenho três amigas grávidas, dois chás de bebê e etc etc.. é cada uma viu, Brasil
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